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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Previsões para 2011

Estava aqui querendo saber algumas previsões para o ano que vem e achei alguns sites bem legais. Vou postar aqui agumas das matérias.



As previsões 2011 estão diretamente ligadas às características e influências de Mercúrio. O planeta da comunicação é quem ditará as regras no próximo ano. Com o astro como regente, não faltarão oportunidades para boas conversas, trocas de experiências entre pessoas das mais diferentes idades e uma vontade incontrolável de mudar completamente tudo aquilo que nos cerca.
Por ser agitado e muito versátil, Mercúrio provocará uma movimentação intensa em todas as áreas da nossa vida. Com mil ideias ao mesmo tempo, o desejo de partir em busca de novidades falará mais alto dentro de cada um de nós. Só tome cuidado com o excesso de euforia! Será preciso manter a cabeça no lugar e os pés no chão para não traçar metas inatingíveis.
Como Mercúrio é o planeta regente de gêmeos e virgem, ele influenciará diretamente as questões que envolvam as nossas casas 3 e 6, da comunicação e do cotidiano, respectivamente. Ou seja, as relações familiares, com colegas de trabalho, amigos e vizinhos estarão mais destacadas do que o normal no nosso dia a dia.
E se você achava que já tinha visto de tudo quando se trata da revolução tecnológica, prepare-se. Mercúrio traz novas descobertas, principalmente no ramo das informações. Certamente, o ano será marcado por transformações nos meios de comunicação de massa e nos aparelhos que permitem contatos interpessoais, como os celulares.



quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Ano de 2010


Mais um ano está acabando. Mas esse, em especial, está sendo bem difícil pra mim. Eu olho pro dia 1º de janeiro e vejo que já sabia o quanto ele me faria sofrer. Hoje, pensando e analisando tudo, compreendo que consegui aprender muita coisa. Pelo menos a como não errar mais, ou ainda, como errar menos. Como errar menos com o meu filho, com os meus amigos, com as minhas escolhas.
Compreendi coisas que levei a minha vida toda sem entender. Como, por exemplo, a diferença de colégios bons (fortes) e os fracos. O porque de tanta gente reprovar nos colégios "fracos" e o grande número de pessoas que conseguem enfrentar melhor os desafios quando estudam em colégios "fortes". Consegui entender e aceitar quando algo foge do nosso controle e não acontece como a gente queria que acontecesse. 
Mas aceitar e entender tudo isso foi muito traumático e doloroso. Fui posta a prova diversas vezes e de diversas formas nesse ano. Estive só na maioria das vezes. Até porque não teria como absorver tudo se não estivesse só. E isso, de forma voluntária. Pra quem me conhece, sabe bem como o isolamento me faz mal.
Resumindo, ou pelo menos tentando, fecho o ano com o pensamento de Poliana (um livro infantil que li na infância): tudo tem o seu lado bom. E é com essa frase que termino e enterro o ano de 2010. Que venha 2011, repleto de bons momentos para serem recordados!!!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Violência no Rio de Janeiro



Nessas últimas semanas, a cidade do Rio de Janeiro tem sofridos sérios atentados. E os moradores da cidade mais linda do Brasil (desculpem-me, mas sou carioca e amo a cidade que moro), estão assustados e apavorados. E eu me incluo nisso.
Inúmeros carros incendiados, ônibus, vans... Sem falar nos arrastões. Quando será que tudo isso vai acabar? Bem, acabar eu nem digo, mas pelo menos, acalmar. 
Ano passado, pra quem não lembra, teve a guerra nas favelas da zona norte e um helicóptero da PM foi abatido. Nessa época, eu dava aulas num curso de enfermagem e quase não voltei para casa por causa disso. Numa noite, voltando para casa depois de um dia cansativo de aulas (foram 2 turmas para poder ganhar um pouco mais), fiquei parada no Méier. Inúmeros ônibus parados no meio do nada, quando sai de uma ruela o carro blindado do BOPE ( vulgo caveirão). Naquele momento, longe de casa e da minha família, pensei: ferrou, vou morrer hoje. Tremi, gelei e chorei de pânico, porque não sabia como estava a situação das ruas dali pra frente. E para voltar pra casa, teria que rodear inúmeros morros (ou comunidades, que dizem ser mais policamente correto).
Uma coisa eu afirmo: uma coisa é sentar numa sala de cinema e assistir a um filme. Outra coisa bem diferente, é ver ao vivo a ação dos policias. É de matar de medo. Filme de terror perto disso é fichinha. Logo depois desse episódio, pedi demissão. Nem trabalhar mais eu pude por conta de toda violência.
Antes, a violência era algo distante, localizado em alguns pontos específicos da cidade, como nos subúrbios, na maioria das vezes. Porém agora estão chegando perto de outras localidades... Não que eu ache que ela deva ficar localizada somente nos lugares menos favorecidos, não. Não é isso que estou querendo dizer. O que me assusta mais é que está chegando perto, muito perto de pessoas que eu amo. Até mesmo, está chegando perto de mim. E isso apavora.
 Não recrimino a ação dos policiais. Acho realmente que eles devem continuar e não se intimidar por causa desses fatos recentes. Mas até quando o Rio vai sofrer? Até quando eu vou assistir aos noticiários prestando atenção nos nomes de ruas para saber se a violência está mais próxima de alguém que eu conheço?

Estou INDIGNADA!

Que o Cristo Redentor abra os seus braços e proteja a cidade mais linda do Brasil. Até ele deve estar chocado com o que tem visto lá de cima.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Mary Shelley



Mary Wollstonecraft Shelley (Londres, 30 de agosto de 1797 -— Londres, 1 de fevereiro de 1851), mais conhecida por Mary Shelley foi uma escritora britânica, filha do filósofo William Godwin e da pedagoga e escritora Mary Wollstonecraft. Casou-se com o poeta Percy Bysshe Shelley em 1816, depois do suicídio de sua primeira esposa.

Mary Shelley foi autora de contos, dramaturga, ensaísta, biógrafa e escritora de literatura de viagens, mais conhecida por sua novela gótica Frankenstein: ou O Moderno Prometeu (1818). Ela também editou e promoveu os trabalhos de seu marido, o poeta romântico e filósofo Percy Bysshe Shelley.
A mãe de Mary Godwin morreu quando ela tinha 10 dias de nascida; mais tarde, ela e sua meia-irmã, Fanny Imlay, foram criadas por seu pai. Quando Mary tinha quatro anos, Godwin casou-se com uma vizinha, Mary Jane Clairmont. Godwin deu a sua filha uma rica e informal educação, encorajando-a a aderir às suas teorias políticas liberais.
Em 1814, Mary Godwin iniciou um relacionamento amoroso com um dos seguidores políticos de seu pai, o casado Percy Bysshe Shelley. Junto com a irmã adotiva de Mary, Claire Clairmont, eles partem para a França e viajam pela Europa; uma vez retornando a Inglaterra, Mary fica grávida de Percy. Durante os próximos dois anos, ela e Percy enfrentam o ostracismo, dívidas e a morte da filha prematura. Eles se casaram em 1816 após o suicídio da primeira mulher de Percy Shelley, Harriet.
Em 1816, o famoso casal passou o verão com Lord Byron, John William Polidori, e Claire Clairmont próximos de Genebra, Suíça, onde Mary concebe a idéia de sua novela Frankenstein. Os Shelleys deixam a Grã-Bretanha em 1818 e vão para a Itália, onde o segundo e o terceiro filhos morrem antes do nascimento de seu último e único sobrevivente filho, Percy Florence.
Em 1822, seu marido afogou-se quando seu barco afundou durante uma tempestade na Baía de La Spezia. Um ano depois, Mary Shelley retornou a Inglaterra, devotando-se, desde então à educação de seu filho e à carreira como autora profissional. A última década de sua vida foi marcada pela doença, provavelmente causada pelo tumor cerebral que a iria matar aos 53 anos de idade.
Até os anos 70, Mary Shelley era conhecida principalmente por seus esforços em publicar os trabalhos de Percy Shelley e pela novela Frankenstein, que permanece sendo lida mundialmente e tendo inspirado muitas peças de teatro e adaptações para o cinema. O currículo escolar recente rendeu uma visão mais compreensiva das realizações de Mary Shelley. Estudantes demonstraram mais interesse em sua carreira literária, particularmente suas novelas, que incluem novelas históricas Valperga (1823) e The Fortunes of Perkin Warbeck (1830), a novela apocalíptica The Last Man (1826), e suas últimas duas novelas, Lodore (1835) e Falkner (1837). Estudos de seus últimos trabalhos conhecidos como o livro de viagem Rambles in Germany and Italy (1844) e os artigos biográficos de Dionysius Lardner's, Cabinet Cyclopaedia (1829–46) serviram de base e visualização de que Mary Shelley permaneceu uma política radical por toda a vida.
O trabalho de Mary Shelley frequentemente discute que essa cooperação e simpatia, particularmente praticada pelas mulheres na família, eram maneiras de se reformar a sociedade civil. Essa visão foi um desafio direto ao caráter romântico individualista promovido por Percy Shelley e as teorias políticas iluministas articuladas por seu pai, William Godwin.


Lago de Genebra e Frankenstein

Projeto de Frankenstein( "Foi numa noite triste de novembro que eu contemplei meu homem completo ...")Em maio de 1816, Mary Godwin, Percy Shelley, e seu filho viajaram para Genebra com Claire Clairmont, onde planejavam passar o verão com o poeta Lord Byron, cujo caso recente com Claire a tinha deixado grávida. O grupo chegou em Genebra em 14 de maio de 1816, onde Mary passou a se chamar de "Sra. Shelley". Byron se juntou a eles em 25 de Maio com seu jovem médico, John William Polidori, e alugou a Villa Diodati , perto do Lago de Genebra na vila de Cologny; Percy Shelley alugou uma pequena construção chamada Maison Chapuis, próximo à margem do rio. Passaram seu tempo escrevendo, com passeios de barco no lago, e conversando até tarde da noite.
"Foi com certeza um verão molhado,", Mary Shelley relembrou em 1831, "a chuva incessante, muitas vezes confinou-nos dias dentro de casa". Entre outros assuntos, a conversa virou-se para as experiências do filósofo natural e poeta Erasmus Darwin do século XVIII, que disse ter animado matéria morta, e do galvanismo e a viabilidade de retornar à vida um cadáver ou partes de um corpo. Sentados em torno de uma fogueira na Villa de Byron, os companheiros também se divertiam lendo histórias alemãs de fantasmas, fazendo com que Byron sugerisse que cada um escrevesse o seu próprio conto sobrenatural. Pouco depois, em uma inspiração, Mary Godwin concebeu a idéia de Frankenstein:
Eu vi o pálido estudante de artes profanas ajoelhado ao lado da coisa que ele tinha reunido. Eu vi o fantasma hediondo de um homem estendido e, em seguida, através do funcionamento de alguma força, mostrar sinais de vida, e se mexer com um espasmo vital. Terrível, extremamente assustador seria o efeito de qualquer esforço humano na simulação do estupendo mecanismo de Criador do mundo.
Ela começou a escrever o que achou que seria uma história curta. Com o encorajamento de Percy Shelley, ela expandiu este conto em seu primeiro romance, Frankenstein: or, The Modern Prometheus, publicado em 1818. Mais tarde ela descreveu o verão na Suíça como o momento "Quando eu saí da infância para a vida".

* A imagem a cima trata-se do projeto original do livro.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A Anatomia do Rock (Jim Morrison)

Mais uma dele. Mais uma vez, peguei o livro pra folhear e abri nesse poema. Gostei e vou postar. Como sempre, sua marca registrada: acidez, fúria e poesia.

A Anatonia do Rock

O 1º delírio elétrico chegou
ás pessoas
em uma amena sexta-feira.
O suor pairava no ar.
O canal irradiava,
símbolo de poder.
O incenso espalhava-se sombriamente.
Quem podiaentão dizer que iria
acabar aqui?

Um autocarro escolar chorou c/ um comboio.
Foi no Cruzamento.
O Mercury torceu.
Não consegui levantar-me do meu lugar.
pela estrada espalhavam-se
corpos c/ espasmos.
Ajudem-nos,
Vamos chegar tarde as aulas.

.....

Esvoaçavam cordas.
Persistiam
sorrisos lisonjeiros.

Os cacifros foram forçados
& os segredos descobertos.

....

Adoração c/ palavras, c/
sons, mãos, tudo
alegre divertido & obceno
- na criança
louca
_________

Os velhos adoram c/ longos
narizes, velhos olhos sentimentais.
As raparigas adoram,
exóticas, índias, c/ vestes
e fazem-nos sentir tolos
por representarmos com os nossos olhos.
Perdidos na vaidade dos sentidos
que nos levou aonde estamos.

.....

"Alguma vez viste Deus?"
- uma mandala. Um anjo simétrico.

Sentiste? sim. Fodendo. O sol.
Ouviste? Musica. Vozes.
Tocaste? um animal. a tua mão.
Saboreaste? Carne rara, cereais, água
& vinho.

 Um anjo corre
Através da súbita luz
Pelo quarto
Um fantasma precede-nos
Uma sombra segue-nos
E sempre que paramos
caímos

Ninguém concebeu a existência;
aquele que pensa que o fez
Que avance

Esse texto foi retirado do livro Abismos (escritos inéditos), publicado pela editora Assírio e Alvim (Portugal) Ele foi copiado exatamente igual ao escrito. Somente retirei algumas partes, colocando (....) nas pertes cortadas. No mais, é exatamente igual, inclusive os itálicos e os possíveis "erros". 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

John Polidori


Eu estou lendo um livro que possui contos clássicos de vampiros ( Contos Clássicos de Vampiros). Lá, os autores fazem uma breve cronologia sobre o tema, explicando numa singela linha de tempo a evolução do tema. Dentre os autores citados, me chamarm a atenção Byron, Goethe, Stoker, Gautier, Polidori e outros. Muito, muito interessante saber como esses personagens fantásticos surgiram e evoluiram! E, para coroar isso tudo, surgiu a idéia desse post. 
* Nesse blog possui um conto na íntegra do autor Théophile Gautier , A Morte Amorosa. Se houver interesse, é só buscar nos arquivos. 


John William Polidori (Londres, 7 de setembro de 1795 - 24 de agosto de 1821), médico e escritor inglês de pai italiano nacionalizado inglês.

Polidori recebeu uma formação científica e humanística muito esmerada. Com 16 anos começou seus estudos de Medicina na Universidade de Edimburgo e aos 19 leu sua tese de licenciatura, o que dá ideia de como era  aplicado que era como aluno. No entanto, seu verdadeiro talento foi destacado no campo das letras e teve uma carreira literária como um dos autores mais admirados.

A oportunidade chegou quando travou contacto com o já famoso e escandaloso Lord Byron. Este precisava um médico pessoal para sua próxima viagem por Europa e um doutor amigo lhe recomendou a Polidori. Lord Byron admirou imediatamente o jovem médico e contratou-o. Assim se iniciou o período mais intenso, mas também mais desgraçado, da curta biografia de John Polidori.

Este levou durante o trajeto pela Europa, um diário onde ia recolhendo todas as incidencias da viagem. Algumas entradas do diário refletem a vida bastante burguesa do casal de ingleses, ainda que não se vislumbra uma relação muito próxima, íntima, de verdadeiros amigos entre o poeta e o médico. De facto, outras testemunhas dão fé de que depois da aproximação inicial, Byron ironizava abertamente o seu jovem médico, duvidando da sua capacidade como profissional de medicina, mas sobretudo, de suas tentativas por emular o imiciante poeta,  criticando publicamente as peças de teatro que Polidori escreveu.

Instalados durante uma temporada em Suíça, foi em Genebra, o 17 de junho de 1816, onde teve lugar o famoso incidente que propiciou o nascimento de uma das novelas de terror mais aclamadas da literatura universal, Frankenstein, de Mary Shelley. No verão desse ano, Byron e Polidori recebiram assiduamente ao poeta Shelley e a sua futura esposa, Mary Wollstonecraft Godwin. Em uma dessas reuniões, depois da leitura de uma antología alemã de relatos de fantasmas (Phantasmagoriana), Byron propôs que a cada um deles escrevesse uma novela terrível.

Se Shelley, Byron e os demais fizeram-no não se sabe, talvez tenham feitos simples esboços de histórias, mas Mary Shelley e o “pobre Polidori” (como costumavam o chamar Byron e a mesma Mary), conseguiram finalizar seus respectivos projectos, iniciados nessa noite mágica ainda que publicados mais tarde.
A desgraça de John Polidori é que sua obra, Ernestus Berchtold ou o moderno Edipo, fica bastante ensombrecida pela magnífica novela de Mary Shelley, Frankenstein. A relação de Byron e Polidori deteriorou-se finalmente porque Polidori tentava subornar Byron com favores e este necessitava dos serviços do médico.

Pouco mais fica por contar da vida deste aspirante a escritor. Publicou alguns poemas que passaram sem  glória (como A queda dos anjos, poema ambicioso). Porém, só com seu relato O Vampiro, publicado em princípio anonimamente, conseguiu o aplauso do público, depois do verdadeiro escândalo originado pela  sua autoria (não se sabia quem havia escrito, inclusive o intitularam a Byron). Neste relato, a figura do vampiro recolhe alguns traços do poeta Byron, reconhecidos pelos leitores da época. Quiçá fosse uma pequena vingança pessoal do homem que sempre esteve à sombra do génio romântico.

Inclusive a morte de Polidori parece um remedo dessas mortes heróicas e sublimes de Byron e Shelley. Em 1821, farto de uma existência tão pouco ilustre, pôs fim a sua vida com um veneno poderoso. A família, para evitar o escândalo, apagou todas as provas do suicídio, jogando terra ao assunto e ao mesmo tempo, ao quiçá único gesto verdadeiramente singular de sua existência.

Fonte: Worldlingo.com




terça-feira, 28 de setembro de 2010

Pague para entrar, reze para sair


Alguém já ouviu falar desse filme? É da década de 80, mais precisamente, de 81 e pertence a uma leva muito boa de filmes hoje tidos como trash. Terror. Assisti a esse filme quando tinha 10 anos de idade por muita insistência minha (sempre gostei de terror). Queria ter assistido a noite, mas meu pais gravaram e eu assisti de manhã. Alguém lembra do vídeo cassete ou já virou coisa de museu? Procurei por anos esse filme, queria revê-lo, mas nunca o vi nem em locadoras alternativas com filmes antigos. Mas... achei na Loja Americana!!! E revivi tudo que senti há anos atrás. Não bem daquela forma, com toda aquela ingenuidade, mas o filme é bom pra quem gosta desse tema.

O filme conta a históriade dois casais de amigos que vão se divertir num parque de diversão. E é aí o legal do filme. Quem nunca foi num parque? Quem nunca foi no trem fantasma? Quem nunca quis ficar dentro do trem fantasma escondido? Mas os amigos assistem um assassinato e a coisa muda de rumo. Um trash com história: início, meio e fim. Sem apenas mortes e sangue espalhados sem pé nem cabeça.  

domingo, 5 de setembro de 2010

A hora do vampiro - Livro de Stephen King

Muitos haviam me indicado esse livro. Alguns em uma comunidade na internet falavam sobre esse livro. Alguns esses que ainda gostam do velho e bom vampiro, sem todas essas frescuras recentes, como brilhar ao sol, por exemplo. Achei-o por acaso pra vender numa livraria e não me fiz de rogada: comprei-o. Sei o quanto é difícil hoje em dia achar esses clássicos. 
Inicei e leitura e não entendi nada, mas continuei. E, pro meu espanto, não consegui parar de ler! Realmente, uma história envolvente, amedrontadora, com um suspense assustador. Exatamente como um bom livro de terror deve ser. 
Eu gosto muito dos vampiros trazidos para o mundo real, como o feito pela Anne Ricce, mas também adoro o clássico. Alhos, cruzes, água benta, estacas de madeira no coração... todo aparato clássico com relação aos vampiros.  Fiz uma busca na internet sobre o livro e descobri que há um filme inspirado nesse livro. Vale a pena ler. Quanto ao filme... não posso falar muito porque não assisti. Segue a baixo o treiler, porém sem legendas.

A Hora do Vampiro foi o segundo romance lançado pelo escritor norte-americano Stephen King. Originalmente publicado em 1975, foi inspirado em Drácula de Bram Stoker. Em 1979, pelas mãos de Tobe Hooper tornou-se filme: "Os Vampiros de Salem" (Salem's Lot).

O enredo se passa na cidade de Jerusalém's Lot, na Nova Inglaterra. Após a chegada de dois forasteiros - o escritor Ben Mears e o senhor Barlow - fatos inexplicáveis passam a perturbar a rotina da cidade. Ben, e seus novos partidários, entre eles o garoto Mark Petrie e o Padre Callahan devem então agir para salvar a cidade de garras vampirescas.

sábado, 4 de setembro de 2010

Cansada,estafada...


                            


O título dessa postagem já diz tudo. Estou estafada! E tudo isso está me afetando de forma louca. Já ouviram falar sobre psicossomatização? É, mais uma vez. Sinto como se o mundo estivesse nas minhas costas. E o pior é que nem está. Não deveria me sentir assim. E além: isso tudo está me deixando fraca... Gripada pela segunda vez em menos de dois meses. Isso é psicossomatização.
Trabalhei duro num livro durante todo o anos de 2009. Ganhei muita coisa boa cm ele já. Não com relação a dinheiro, pelo menos ainda não. Fiz amigos por causa dele. Amigos que eu levarei pra sempre comigo, sei disso. E consegui me mostrar de forma ímpar pra pessoas que me conhecem há décadas. Já é um bom começo né? Mas agora falta o que, pra muitos, é o principal: ganhar dinheiro com o meu trabalho... E isso pra mim está sendo complicado.
Mas por que é complicado? Nada mais justo que se obter uma resposta financeira depois de um trabalho árduo não é? E também não é "feio" se querer ganhar dinheiro. Não sei por que algumas pessoas insistem nisso... 
Mas o meu maior problema está numa palavrinha de "merda": medo! Estava falando com uma amiga sobre isso e ela me deu uma resposta bem legal. Disse que o medo é infundado, uma vez que ele surge frente ao desconhecido, seja ele bom ou ruim, afinal, é desconhecido. Não sabemos o que nos espera quando andamos por um caminho pelo qual nunca andamos. Foi uma resposta que fez parar pra pensar, e muito. Essa minha amiga é o máximo! Consegue sempre falar coisas que me faz parar e repensar...
E no final de tudo, sempre digo: que se dane! Jogo o medo no lixo e sigo em frente. E dá-lhe utopia... Essa sou eu.

 

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Poema Do Jim Morrison

Essa semana eu fiz uma arrumação nos meus livros e me deparei com dois livros raros que consegui comprar há alguns poucos anos atrás. Na época, eu estava aficionada por textos do Jim Morrison. Procurava em todos os lugares, até que encontrei dois livros publicados em Portugal. Isso mesmo, editora portuguesa. Aqui do Brasil, eu não achei nada. Folheando e relendo algumas coisas, me lembrei... E assim, vou publicar aqui pra poder compartilhar um pouco desse material que possuo.



O texto a seguir foi retirado do livro "Abismos", escrito pelo Jim. A editora é Assírio & Alvim. O que eu possuo é a 3ª edição, datada de 1997.

PODER

Posso fazer a terra parar nos
trilhos. Fiz os
carros azuis irem embora.

Posso tornar-me invisível ou muito pequeno.
Posso tornar-me gigantesco & alcançar as
coisas mais longínquas. Posso mudar
o curso da natureza.
Posso colocar-me em qualquer lugar no
espaço ou no tempo.
Posso convocar os mortos.
Posso percepcionar o que aconteceu noutros mundos,
no mais fundo da minha mente,
& na mente dos outros.

Eu posso

Eu sou
...

*não postei todo o texto, mas se alguém se interessar e me pedir, eu completo.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia Internacional do Amigo




O Dia Internacional do Amigo, celebrado a 20 de julho, foi primeiramente adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo é meu companheiro".

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.

No Brasil, o dia do amigo é comemorado oficialmente em 18 de abril. Em 20 de julho é comemorado o dia da amizade, mas atualmente o país também vem adotando a data internacional.

FELIZ DIA DO AMIGO A TODOS AOS QUAIS EU NÃO SEI VIVER SEM.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Dia internacional do Rock



O Dia Mundial do Rock que é comemorado neste 13 de julho, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), como uma homenagem ao megaespetáculo Live Aid, criado a fim de arrecadar fundos para combater a fome na África. Um grande show com os nomes mais importantes do rock mundial foi realizado simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos nesta mesma data, em 1985.

Organizado por Bob Geldof, o show foi transmitido para todo o mundo e contou com a participação de evento artistas e bandas como The Who, Madonna, Led Zeppelin, Dire Straits, Queen, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Joan Baez. Em 2005, o mesmo Geldof organizou o Live 8, maior e em com shows em mais países, para pressionar os países ricos, líderes do G8, a perdoar a dívida dos países pobres.

Ouça canções que marcam a história do rock e seus ídolos, como The Beatles, Tha Rolling Stones, Elvis Presley, Jimi Hendrix, U2, Pearl Jam, The Who, Radiohead, The Police, The Smiths e muitos outros. A história do rock começa no final da década de 40 e início dos anos 50, nos Estados Unidos, e se espalhou pelo mundo. Há controvérsias sobre qual foi a primeira gravação do rock, que marcaria o início do gênero musical, mas uma das primeiras e mais famosas canções foi Rock Around The Clock, de Bill Haley, em 1955. *

Fonte: Estadão on line
Teste seus conhecimentos sobre o rock nesse link:  http://www.limao.com.br/especiais/quiz_rock.shtm
 
 
*Ver postagem sobre a história do rock nesse blog. Lá você encontra parte da grande história desse estilo de música que mudou a história.
 

 

 
Pra quem gosta: Metallica ao vivo em POA. INESQUECÍVEL. MARAVILHOSO. Eu estava lá...
 

 
Ramones... eu estive no último show que eles fizeram no Metropolitan (quem lembra desse lugar? hehehe). MARAVILHOSO.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Drácula de Bram Stoker

Essa história é conhecida mundialmente. Eu a conheci quando era adolescente, através do filme de Coppola. Me encantei. Aliás, quem não se encanta com esse filme? Muito, muitos anos depois, mais precisamente depois que eu escrevi o meu primeiro livro, resolvi lê-lo. Uma escrita envolvente, porém com o personagem título quase não falando ou agindo, e quase sempre, fugindo. Como assim, alguém pode se perguntar. Drácula é um personagem envolvente, onde o leitor imagina como ele é. Ou ainda imagina o que ele realmente quer. Esses detalhes não são escritos. Eu, por todos esses detalhes, me atrevo a dizer que prefiro o filme. Mas, por favor, não me entendam mal: se não fosse o livro... 

RESUMO

Drácula (em inglês: Dracula) é um romance de 1897 escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, tendo como protagonista o vampiro Conde Drácula. Sem dúvida trata-se do mais famoso conto de vampiros da literatura.
Este romance em forma epistolar, dando voz às várias personagens, abre com a chegada de um solicitador, de seu nome Jonathan Harker, a um castelo na remota zona da Transilvânia. Aí o jovem Harker trava conhecimento com o excêntrico proprietário do castelo, o conde Drácula, dado este ter em vista a aquisição de várias propriedades na Inglaterra.
Paulatinamente Harker começa a perceber que há mais do que excentricidade naquela figura, há algo de estranho no anfitrião, algo de realmente assustador e tenebroso. Aliás, passada a inicial hospitalidade, Harker começa a entender que, mais do que um hóspede, é realmente um prisioneiro do conde Drácula.
Seguidamente, Drácula decide viajar até à Inglaterra, deixando um rasto de morte e destruição por onde passa – sob a forma de um enorme morcego -, enquanto Harker é deixado à guarda de três figuras femininas, três terríveis seres que se alimentavam de sangue humano Harker consegue fugir, apesar de bastante debilitado, e encontra-se
com a sua noiva, Mina, em Budapeste. Já em Inglaterra, Lucy, uma jovem inglesa, amiga de Mina, começa a apresentar estranho sintomas: uma enorme palidez e dois enigmáticos orifícios no pescoço. Os seus amigos, John Seward, Quincey Morris e Arthur Holmwood, incapazes de perceber a origem daquela doença, recorrem ao auxílio do Dr. Abraham Van Helsing, médico e cientista, famoso por seus métodos pouco ortodoxos, tendo compreendido que Lucy estava a ser vítima dos ataques de um ser diabólico: Drácula, uma espécie de morto-vivo que se alimentava de sangue humano.(vampiro) Contudo, receando a reacção destes, Van Helsing decide não revelar imediatamente as suas conclusões.
Numa noite, a Lucy e a sua mãe são atacadas por um morcego – a versão animal do conde Drácula – e ambas morrem, embora de causas diferentes: Lucy tendo sido fruto do ataque sanguinário do morcego/Drácula; a mãe de Lucy vítima de ataque cardíaco provocado pelo medo.
A Lucy é enterrada, mas a sua existência não termina por aí: esta renasce como vampira e começa a perseguir crianças. Van Helsing, não tendo outra opção, confidencia as suas conclusões aos amigos desta. Estes, decididos a colocar um fim naquela forma de existência, pregando-lhe uma estaca no coração e cortando-lhe a cabeça, pois só assim ela poderia descansar em paz.
Pouco tempo depois, para surpresa dos mesmos, percebem que Drácula tinha agora uma nova vítima, Mina, já regressada de Budapeste junto com Harker, agora juntos na condição de marido e mulher. Porém, para além de se alimentar de Mina, Drácula também lhe dá o seu sangue a beber, ritual que os faz ficarem ligados espiritualmente numa espécie de matrimónio das trevas.
Van Helsing compreende que, através da hipnose, é possível seguir os movimentos do vampiro, assim, decididos a destrui-lo e a salvar Mina, e os homens perseguem-no. Drácula foge para o seu castelo na Transilvânia, todavia, este é destruído pelos perseguidores antes de concretizar tal objectivo, libertando a Mina deste “encantamento”.

* a imagem a cima trata-se do 1º exemplar do livro lançado

O FILME

O filme conta a história do líder romeno Vlad Tepes (Drácula), que, ao defender a igreja cristã na Romênia contra o ataque dos turcos, tem sua noiva Elisabetha enganada: esta crê que seu amado morreu e então atira-se no rio chamado "Princesa". Vlad, ao retornar da guerra e constatar a morte de sua amada, e condenada ao inferno (pois se matara), renuncia e renega a Deus, à igreja e, jurando só beber sangue a partir daquele momento, sendo assim condenado à sede eterna, ou seja, ao vampirismo.
Quatro séculos se passam, e ele redescobre a reencarnação de Elizabetha, em Londres, agora conhecida como Wilhelmina Murray (Mina). Jonathan Harker, noivo de Mina, parte a trabalho para a mansão do Conde Drácula, onde irá vender dez terrenos na área de Londres para este estranho Conde.
Lá é feito prisioneiro, enquanto o conde se encaminha à Inglaterra para reencontrar sua amada. O resto do filme consiste em uma busca desesperada e sofrida do amante para reconquistar sua amada.

ELENCO

Gary Oldman — Vlad Tepes / Drácula
Winona Ryder — Elisabetha / Mina
Keanu Reeves — Jonathan Harker
Anthony Hopkins — Professor Abraham Van Helsing
Richard E. Grant — Dr. Jack Seward
Cary Elwes — Lorde Arthur Holmwood
Bill Campbell — Quincey P. Morris
Sadie Frost — Lucy Westenra
Tom Waits — R.M. Renfield
Monica Bellucci — Noiva de Drácula

Fonte: wikipedia




quarta-feira, 7 de julho de 2010

O que não é meu

Eis a pele que não é minha,
Aqui está o toque que não é meu,
Uma profunda sensação.
Eis o desejo de possuir
Tudo aquilo que sou.

Eis a respiração que não é minha,
Aqui está as batidas de um coração,
(Quem dera ele fosse meu!).
Eis a vontade infinda
De tudo aquilo que não sou.
Eis o cheiro mais doce que não é o meu,
Aqui está a fala mais terna,
A paz que nasce
Em um seio lânguido.
Tal ninho que não sou.

Eis a alma mais certa que não é minha,
Aqui está o brilho mais lúcido,
doce é a vida ante a presença
 Ao qual não sou eu,
De tudo aquilo que não sou,
Mas é o todo que há em você.
(Fernanda Campos)

Uma grande amiga minha me mostrou algumas de suas poesias e eu fiquei impressionada. Sabia que ela escrevia, sempre conversamos sobre isso. Mas me encantei com algumas. Essa aí, principalmente. Ela me mostrou, mas estava sem título. Eu então o sugeri e ela gostou. "O que não é meu".
É um título bem sugestivo... E uma poesia também. Me vi nela. Com todas os desejos, medos, sonhos... Imagens do passado, anseios para o futuro.
Bruna, minha miga, obrigado por ter me concedido o seu poema para que eu o postasse no meu blog. Me senti honrada.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Le Petit Prince


Eu estou lendo esse livro. Há tempos eu comprei ele, mas, por falta de tempo (sempre é o mesmo motivo: falta de tempo), eu só começei a ler agora. Um filme que me marcou. A cena daquele garotinho no meio do deserto, pedindo para o aviador um desenho... e, prinipalmente, a cobra com um elefante dentro. Quem nunca ouviu essa história? E ainda existem muitas outras frases que conhecemos e repetimos quase que por osmose, uma vez que já fazem parte de nós. É tido como literatura infantil... mas tenho lá a minhas dúvidas.

O pequeno príncipe (O Principezinho, em Portugal) (1943), romance de maior sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos, quando fez visitas ao Recife. E para muitos era difícil imaginar que um livro assim pudesse ter sido escrito por um homem como ele.

O pequeno príncipe é uma obra aparentemente simples, mas, apenas aparentemente. É profunda e contém todo o pensamento e a "filosofia" de Saint-Exupéry. Apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geômetra, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O pequeno príncipe vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranqüilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu descobrir o segredo do que é realmente importante na vida.
É uma obra que nos mostra uma profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Nós nos entregamos a nossas preocupações diárias, nos tornamos adultos de forma definitiva e esquecemos a criança que fomos.

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry




O Pequeno Príncipe foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: "Desenha-me um carneiro"? É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças!

Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar. Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram. Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança.

Desta fábula foram feitos filmes, desenhos animados, além de adaptações. Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças.




Algumas frases e pensamentos célebres
"As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o meu negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém, terás estrelas como ninguém... Quero dizer: quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá). Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto... e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"

"O Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte".

"O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direção."

"Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante."

" Não exijas de ninguém senão aquilo que realmente pode dar."

"Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros."

" Nunca estamos contentes onde estamos."

" Será como a flor. Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas."

"Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar."

" Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos."

" Sois belas, mas vazias. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus a redoma. Foi a ela que abriguei com o para-vento. Foi dela que eu matei as larvas. Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa."

" Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"

" Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."

" O amor verdadeiro não se consome, quanto mais dás, mais te ficas."

" Só os caminhos invisíveis do amor libertam os homens.

" O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem."

"Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla."

"Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas."

"A civilização é um bem invisível porque inscreve seu nome nas coisas",


E suas últimas palavras antes de embarcar na missão final e fatal: "Se voltar, o que será preciso dizer aos homens?"

Ele escreveria que "durante séculos e séculos a minha civilização contemplou Deus através dos homens. O homem era criado à imagem de Deus. Respeitava-se Deus no homem. Esse reflexo de Deus conferia uma dignidade inalienável ao homem", para concluir que "as relações do homem com Deus serviam de fundamento evidente aos deveres do de cada homem consigo próprio ou para com os outros".

"Havia, em algum lugar, um parque cheio de pinheiros e tílias, e uma velha casa que eu amava. Pouco importava que ela estivesse distante ou próxima, que não pudesse cercar de calor o meu corpo, nem me abrigar; reduzida apenas a um sonho, bastava que ela existisse para que a minha noite fosse cheia de sua presença. Eu não era mais um corpo de homem perdido no areal. Eu me orientava. Era o menino daquela casa, cheio da lembrança de seus perfumes, cheio da fragrância dos seus vestíbulos, cheio das vozes que a haviam animado."

(Antoine de Saint-Exupéry)



ACASO

"Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontram ao acaso. "

(Antoine de Saint-Exupéry)

PS: esse poema acima eu dedico a todos os que passaram pela minha vida. A todos que levo comigo, a todos que me ajudaram a ser quem eu sou, que me ajudaram a me moldar. Obrigado.


Fonte: www.paralerepensar.com.br/exupery.htm

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Cala a boca Galvão!!!

A Copa do Mundo começou! E como é de praxe, lá vamos nós pra Globo. E, em conjunto, um velho amigo de todos nós: Galvão Bueno. Um velho amigo que todos nós estamos acostumados a xingar. hehehe Mas vale ressaltar: o que seria das transmissões de futebol sem ele e suas pérolas? Que graça teria? rsrsrs Mas aí o negócio se espalhou e não tive como não gargalhar. Segue uma reportagem retirada de um site, explicando melhor a cituação. 

CALA A BOCA GALVÃO



Cala a Boca Galvão. Desde o começo da Copa a tag #CALABOCAGALVAO aparece como um dos principais trending topics do social media Twitter, fazendo referência aos cometários do locutor da Globo, Galvão Bueno, durante os jogos do Mundial da Copa Sul-Africana.

Nesta terça-feira (15 de junho) o locutor Galvão Bueno em conversa com o apresentador do Globo esporte (da mesma emissora), Tiago Leifert, no programa Central da Copa, riu de si mesmo com relação a corrente que está circulando no Twitter, a “cala boca, Galvão!”.

O movimento que iniciou-se como uma brincadeira, ganhou mais força quando rompeu as fronteiras brasileiras.

Alguém teve a genial ideia de traduzir para o inglês a expressão, “cala boca, Galvão”, para o “save the Galvão birds” (ou salve os pássaros Galvão), e a partir daí, foram inventadas diversas histórias fictícias sobre uma ave brasileira que estaria em processo de extinção.

Tamanha foi a repercursão da brincadeira que ela foi parar no maior jornal dos Estados Unidos, o “The New York Times”. Galvão Bueno rio muito da brincadeira e de muito bom humor resolveu apoiar o movimento.





quinta-feira, 10 de junho de 2010

Mais uma vez, a velha e boa amizade



Eu sempre escrevo e exalto a amizade, isso quem me conhece sabe bem. Eu tenho a sorte de ter amigos de longas datas e sempre desejei o mesmo ao meu pequeno príncipe, meu filho. Pois bem, acho que agora ele sabe o que significa essa palavra. Há algum tempo tenho visto a amizade dele e de uma amiguinha crescer e isso tem me emocionado. Pra quem não sabe o que é isso, seja a maternidade ou a amizade, deve estar me achando piegas, mas olha só, não estou nem aí pra isso. Ontem foi o dia que isso mais me chamou a atenção e vim postar aqui para não me esquecer. Ele se machucou numa festinha e ela lá, segurando a mãozinha dele e perguntando se ia sarar logo, com os olhos cheios de lágrimas, consolando ele. Quem é mãe sabe bem do que estou falando. Ela já tinha me conquistado, mas agora, levou meu coração junto com o do meu filho.  

terça-feira, 1 de junho de 2010

Dia dos Namorados



A história do Dia dos Namorados - e seu padroeiro - está envolta em mistério. Mas nós sabemos que fevereiro tem sido um mês de romance. Dia dos Namorados, tal como a conhecemos hoje, contém vestígios de ambos os cristãos e antiga tradição romana. Então, quem era Saint Valentine e como ele se tornou associado a este antigo rito? Hoje, a Igreja Católica reconhece ao menos três diferentes santos chamados Valentine ou Valentinus, todos os quais foram martirizados.

Uma lenda afirma que Valentim era um sacerdote que serviu durante o terceiro século em Roma. Quando o imperador Claudius II decidiu que os homens solteiros eram melhores soldados do que aqueles com esposas e famílias, que baniu o casamento para homens jovens - seus soldados em potencial. Valentine, percebendo a injustiça do decreto, desafiou Claudius e continuou a realizar casamentos de jovens amantes em segredo. Quando as ações de Valentine foram descobertas, Claudius ordenou que ele fosse condenado à morte.

Outras histórias sugerem que Valentine pode ter sido morto por tentar ajudar os Cristãos a escaparem das prisões romanas, onde eram muitas vezes espancados e torturados.

De acordo com uma lenda, Valentine na verdade enviou o primeiro "valentine" saudação a si mesmo. Enquanto estava na prisão, acredita-se que Valentim apaixonou-se por uma jovem - que pode ter sido a filha de seu carcereiro - que o visitou durante seu confinamento. Antes de sua morte, é alegado que ele escreveu uma carta para ela, que assinou "From your Valentine", expressão que ainda está em uso hoje. Embora a verdade por trás das lendas de Valentine é obscura, as histórias certamente enfatizam o santo como simpático, heróico e, mais importante, figura romântica. Não é nenhuma surpresa que na Idade Média, Valentim foi um dos santos mais populares na Inglaterra e na França.

Enquanto alguns acreditam que o Dia dos Namorados é comemorado em meados de fevereiro, para comemorar o aniversário da morte de São Valentim ou enterro - o que provavelmente ocorreu por volta de 270 dC - outros dizem que a Igreja deve ter decidido celebrar a festa de São Valentim, em meados de fevereiro, em um esforço para "cristianizar" as celebrações da festa pagã Lupercalia. Na Roma antiga, fevereiro era oficialmente o início da Primavera e era considerado um tempo de purificação. Casas foram ritualmente limpas varrendo-os e, em seguida, polvilhando sal e um tipo de trigo pelos seus interiores. Lupercalia, que começou no idos de fevereiro, 15 de fevereiro, foi um festival da fertilidade, dedicado a Fauno, o deus romano da agricultura, bem como aos fundadores, Rómulo e Remo.

Para iniciar o festival, membros do Luperci, uma ordem de sacerdotes romanos, se encontravam em uma caverna sagrada onde as crianças Rômulo e Remo, fundadores de Roma, acreditava-se que foram atendidos por uma loba ou lupa. Os sacerdotes então sacrificavam uma cabra, para a fertilidade, e um cachorro, para purificação. Os rapazes então cortam o couro da cabra em tiras, mergulhou-os no sangue sacrificial e saem às ruas, batendo suavemente nas mulheres e nos campos de cultivo, com as tiras goathide. Longe de ser amedrontador, as mulheres romanas vinham ser tocadas com as peles, porque acreditava-se que as tirastornaríam-nas mais férteis no próximo ano.
No mesmo dia á noite, segundo a lenda, todas as mulheres jovens na cidade colocariam seus nomes em uma grande urna. Os solteiros da cidade escolhem um nome da urna e se encontram por ano com sua mulher escolhida. Estes jogos muitas vezes, acabou em casamento. Papa Gelásio declarou 14 de fevereiro Dia de São Valentim em torno de 498 dC, e todo o ritual romano, incluindo o "sorteio" de casais foi então proclamada anti-cristã e fora da lei.
Mais tarde, durante a Idade Média, na França e na Inglaterra se acreditava que foi 14 de fevereiro o início da temporada de acasalamento dos pássaros, que acrescentou que a idéia de que o meio de fevereiro - Dia dos Namorados - deve ser um dia para o romance. O mais antigo em existência valentine hoje foi um poema escrito por Charles, duque de Orleans à sua esposa enquanto ele estava preso na Torre de Londres após sua captura na Batalha de Azincourt. A saudação, que foi escrito em 1415, faz parte da coleção de manuscritos da Biblioteca Britânica, em Londres, Inglaterra. Vários anos depois, acredita-se que o rei Henry V contratou um escritor chamado John Lydgate para compor uma nota Valentine para Catherine de Valois.

Na Grã-Bretanha, Dia dos Namorados começou a ser popularmente comemorado por volta do século XVII. Em meados do século XVIII, era comum para amigos e amantes de todas as classes sociais trocarem pequenos presentes e notas manuscritas. Até o final do século, os cartões impressos começaram a substituir as cartas devido a melhorias na tecnologia de impressão. cartões pré-fabricados eram uma maneira fácil para as pessoas expressarem as suas emoções em um momento em que a expressão direta dos sentimentos foi desestimulado. tarifas postais mais baratas também contribuíram para um aumento na popularidade de enviar saudações Dia dos Namorados. Os americanos provavelmente iniciaram sua troca de cartões feitos à mão no início de 1700. Em 1840, Esther A. Howland começou a vender os primeiros cartões produzidos em massa nos Estados Unidos.



De acordo com o Greeting Card Association, cerca de um bilhão de cartões de Valentine são enviadas a cada ano, tornando o Dia dos Namorados férias segunda maior cartão-envio do ano. (Cerca de 2,6 bilhão de cartões são enviados para o Natal.) Aproximadamente 85 por cento de todos os cartões sejam comprados por mulheres. Além dos Estados Unidos, Dia dos Namorados é comemorado no Canadá, México, Reino Unido, França e Austrália.

Saudações Valentine eram populares tanto para trás como a Idade Média (escrito Valentine's não começam a aparecer depois de 1400), eo mais velho cartão de Valentine é conhecido em exposição no Museu Britânico. Dia dos Namorados primeiro comercial de cartões de felicitação produzidos em os E.U. foram criados em 1840 por Esther A. Howland. Howland, conhecida como a Mãe do Valentine, fez criações elaboradas com renda real, fitas e fotos coloridas conhecidas como "sucata".

Cartões feitos por ela







 
 
No Brasil
 
A data provavelmente surgiu no comercio paulista quando o publicitario João Dorio trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes e depois foi assumida por todo o comercio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentin, equivalente nos paises do hemisfério norte, para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser vespera do 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar que era combatida pela heresia da época chamada Catarismo. O casamento - em queda na Idade Média - gerava filhos que a seita catara condenava pois para esta o mundo era intrinsecamente mau pois, ao inves de ter sido criado por um Deus bom, teria sido criado por um Deus mal.


quinta-feira, 27 de maio de 2010

Túrin Turambar



Como havia falado, a história de Túrin Turumbar no livro "O Silmarillion" me marcou também. É linda! Uma das histórias que eu quero que fique na minha memória para sempre... A força de Túrin e todas as suas desgraças e a sua incansável luta...


Turin Turambar é talvez o personagem mais completamente desenvolvido a partir de obras anteriores de Tolkien. história de Turim quase pode ser parafraseada por uma breve passagem em O Silmarillion "Túrin cresceu forte e justo em Doriath, mas ele foi marcado com tristeza" (pg 196).
"Turambar e" Foalókë, iniciada em 1919 e, posteriormente, impresso em O Livro dos Contos Perdidos, Parte II, é a primeira aparição de Túrin a mitologia.
No início dos anos 1920's Tolkien abandonou as versões das lendas em prosa para o verso.
The Lay of the Children of Hurin, um poema em verso aliterativo, continua a história iniciada no original e se expande em cima dele, acumulando novos detalhes sobre o conto. Esse foi iniciado por volta de 1920, e abandonado por sua vez, cerca de três mil linhas mais tarde, em 1925.
A versão em prosa depois deste conto, o Narn i Chin Húrin, é, nas palavras de Christopher Tolkien em Contos inacabados, "O mais emaranhada e complexa de todos os elementos da narrativa na história da Primeira Era" (UT pg 6). Tolkien continuamente abandonados e, em seguida, pegou o conto mais uma vez, reescrever partes dela várias vezes, deixando longos trechos do conto muito subdesenvolvida.

Túrin é um personagem atormentado, filho de Húrin, Senhor de Dor-lómin, e Morwen da casa de Bëor. Quando Túrin ainda era uma criança, seu pai deixou de lutar na Nirnaeth Arnoediad (Batalha das Lágrimas Incontáveis) e foi capturado pelo Lorde das Trevas, Morgoth.
Morgoth pressiou Hurin para obter a localização do reino oculto de Elven Gondolin, mas Húrin não dobrar. Então, Morgoth colocou uma maldição sobre a casa dele, "a sombra do meu pensamento recai sobre eles, onde quer que vá, e meu ódio devem persegui-los até os confins do mundo ... eles devem morrer sem esperança, vida e morte tanto maldição" (UT pg 66-67).
Morgoth prende Hurin "em uma cadeira de pedra em cima de um lugar alto de Thangorodrim" e de lá e dá-lhe vista para que ele possa ver a ruína de sua família (UT pg 67).
Assim Túrin cresce assombrada pela ausência do pai ea sombra de Morgoth que fica em cima dele. Ele é alto, bonito, valente, forte ... em suma, ele possui todas as virtudes de um guerreiro heróico, mas ele é também teimoso e orgulhoso, e essas duas características ajudam a trabalhar a maldição de Morgoth em cima dele.
O conto de Túrin é longa e complicada. Ele passa o tempo em Doriath, com o Rei Élfico Thingol, e é levantado quase como um filho. Mas ele deixa Doriath um bandido, e se torna o líder de um grupo de bandidos.
Este é apenas o começo de uma vida que irá levá-lo através de inúmeros ensaios ... o assassinato acidental de um amigo, um casamento incestuoso, a queda de Nargothrond, a morte de um dragão. Vida de Túrin é um emaranhado de bons e maus, alimentados por suas virtudes e suas falhas trágicas.


Se infortúnios de Túrin e azar foram causados pela maldição de Morgoth ou de seus próprios defeitos trágicos (ou, mais provavelmente, uma combinação dos dois) ainda está em debate.
Não obstante, a narrativa de Túrin é um conto de heroísmo e ai, e um conto muito escura, mesmo que O Senhor dos Anéis. É uma história mais "mitológico" na invenção e dizer que talvez nenhum dos outros escritos de Tolkien, e Túrin Turambar seu personagem mais trágica.

Observação

Os contos de Turim Turambar foram comparados com o finlandês Kalevala mito conhecido como a "Lenda de Kullervo". Kullervo é um personagem mágico talentoso que é humilhado por seus próprios defeitos trágico ... seu temperamento, desejo de vingança e orgulho.
Há muitos outros paralelos na narrativa. Kullervo involuntariamente seduz sua irmã, que cometeu suicídio quando sua relação é revelada. Kullervo também possui uma espada especial, que muitas vezes ele fala.
Tolkien sabia que o finlandês Kalevala muito bem, e provavelmente tinha partes da história de Kullervo em mente quando escreveu o conto de Túrin Turambar.


FONTE: www.tolkien-online.com/turin-turambar

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Imprevistos que nos deixam tristes



Quem nunca fez uma coisa que não queria fazer? Quem nunca fez besteira inocentemente? Pois é, essa semana isso aconteceu comigo. Mas fazer o que quanto a isso? Nada. Ou melhor, seguir. Sempre seguir e tentar arrumar a "merda" feita. Mas temos que tomar muito cuidado: há coisas que não podem ser refeitas ou que não se pode voltar atrás. Por sorte, o que fiz tem concerto. 
Vim escrever porque fiquei muito mal. Triste e chateada comigo mesma. Não queria ser tão crítica comigo mesma, queria entender que eu não sou perfeita, que eu cometos erros como qualquer pessoa normal, mas... Esse é o grande problema, o mas. Vou tentar me policiar mais, não para ser perfeita, porque perfeição não existe, mas para não cometer o mesmo erro. 

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Beren e Lúthien




Essa é uma das histórias mais lindas que já li. Terminei de ler o Silmarillion há pouco tempo, de J.R. Tolkien, e me encantei com a história dos dois. Não apenas por ser uma linda história de amor, ms também por ter força. Nela , Lúthien é mais forte que Beren, mostrando como a força feminina pode ser decisiva. Em breve postarei a história de Túrin Turumbar, mas uma que me chamou a atenção. Não quero esquecer... Segue um pequeno resumo dessa linda história.


Lúthien nasceu da união entre Thingol, um Elfo e de Melian, uma Maia. Diz-se que era a mais bela de todos os Filhos de Eru, e era a Princesa de Doriath. Certa vez, enquanto dançava e cantava nos bosques de Doriath, encontrou Beren, um mortal que lá vagava depois de ter enfrentado duras provações. Ele então ficou estático, e ela fugiu dele, mas voltou. E ele então chamou-a de Tinúviel, que significa Rouxinol, pela beleza de seu canto. O pai dela, Thingol, não gostou nada do relacionamento dos dois, inclusive ofendendo Beren. Ele então ofereceu uma condição para que Beren conseguisse a mão de sua filha. Ele deveria resgatar uma Silmaril da coroa de Morgoth, o Senhor do Escuro, do qual Sauron, aquele que aterrorizou a Terceira Era, era apenas um servo. Essa tarefa era quase impossível, mas ele partiu assim mesmo.




Lúthien foi decisiva nessa missão, e o ápice de sua coragem se deu quando ela chegou aos portões de Angband, onde pôs para dormir o lobo Carcharoth, e o casal chegou diante do trono de Morgoth. Lá, Lúthien cantou para Morgoth, e ele dormiu, sonhando com a escuridão de antes do mundo. E então Beren conseguiu resgatar uma Silmaril de sua coroa. Quando chegaram aos portões de Angband, foram surpreendidos por Carcharoth, que acabou por abocanhar a mão de Beren, que segurava a silmaril. Ali mesmo, Lúthien salva Beren da ferida venenosa de Carcharoth, e os dois conseguem escapar e voltar para Doriath, porém sem a silmaril.
Após a volta deles, é organizado em Doriath uma caçada a Carcharoth, que estava enloquecido, pois em suas entranhas queimava o silmaril. Durante a caçada, Beren acaba sendo ferido mortalmente pelo lobo, e Huan e Carcharoth travam um combate, no qual Huan acaba matando o lobo e sai ferido. E ali mesmo, nas florestas de Doriath, Huan e Beren acabam perecendo. Lúthien então pediu que Beren a esperasse nos Palácios de Mandos, onde aguardam os espíritos dos mortos para serem julgados.
Lúthien então morreu e passou para os Palácios de Mandos, mas não parou nos locais designados aos Elfos, e foi diretamente a Mandos, o Juíz dos Mortos. Lá ela cantou uma canção, "a mais bela canção jamais criada em palavras", e nela ela colocou todo o pesar de humanos e elfos. Mandos era conhecido por ser um tanto impiedoso, e jamais se comover, mas, como é dito em O Silmarillion, "enquanto estava ajoelhada diante dele, suas lágrimas caíram sobre os pés de Mandos como chuva sobre as pedras. E Mandos se comoveu, ele, que nunca se comovera desse modo até então, nem depois."
Mandos então consultou Manwë, rei dos Valar e de Arda, e ele deu duas opções para Lúthien: ou ela retornava à vida imortal para viver só em Aman, ou ela voltava à Terra-média como mortal, junto com Beren, e foi essa a opção que ela escolheu. E então eles voltaram a Beleriand e passaram a morar em Tol Galen, uma ilha do Rio Adurant em Ossiriand, não mais aparecendo no Quenta Silmarillion a partir daí, exceto no caso em que exterminou os anões que mataram Thingol roubando a Silmaril incrustrada no Nauglamîr. A região incluindo Tol Galen e as regiões ao redor foram chamadas de Dor Firn-i-Guinas que, em Sindarin, significa "Terra dos Mortos que são Ligeiros".
Lúthien e Beren passaram a viver na Terra-média uma vida reclusa, evitando qualquer contato com homens,elfos ou anões. Tiveram um filho, chamado de Dior Eluchíl.


Criando o poema - A Balada de Leithian


Tolkien trabalhou na Balada de Leithian do verão de 1925 até setembro de 1931, quando abandonou o poema com apenas 13 cantos completos, dos 17 planejados. Durante a composição ele fez melhorias nas partes já existentes, parcialmente baseado nas críticas do seu amigo C.S. Lewis que leu o poema em 1929. Nos anos 50, após a publicação de O Senhor dos Anéis, ele retomou o trabalho no poema, do qual reescreveu muitas passagens, particularmente do segundo, que expandiu e dividiu em dois. Apesar disso, seu poema nunca ficou numa forma completa ou definida.


Significado Externo

A Gesta de Beren e Lúthien foi inspirada na vida do próprio J.R.R.Tolkien e sua esposa Edith Bratt, a única mulher a quem ele amou na vida. Segundo consta no livro Letters, que é uma coletânea das cartas que Tolkien escreveu, ele diz que certa vez Edith dançou e cantou para ele. À época da morte de Edith, numa carta a seu filho, ele escreveu que [...]o cabelo dela era preto e sedoso, a pele clara, os olhos mais brilhantes do que os que vocês viram, e sabia cantar... e dançar. Mas a história estragou-se, e eu fiquei para trás, e não posso suplicar perante o inexorável Mandos.[...].
No túmulo de John e de sua esposa Edith está escrito, sob os nomes dos falecidos, os nomes Beren e Lúthien. Foi o próprio Tolkien quem escolheu o epitáfio: É breve e simples [o epitáfio], a não ser por Lúthien, que tem para mim mais significado do que uma imensidão de palavras, pois ela era (e sabia que era) a minha Lúthien [...] Nunca chamei Edith de Lúthien, mas foi ela a fonte da história que, a seu tempo, se tornou parte de O Silmarillion.




sábado, 15 de maio de 2010

Tristão e Isolda



Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda (ou Iseu). De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos. O mito de Tristão e Isolda tem provável origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do norte da Europa, ganhando uma forma mais ou menos definitiva a partir de obras literárias escritas por autores normandos no século XII.

Um resumo da lenda

O mito de Tristão e Isolda foi retratado de diferentes maneiras na Idade Média. Em linhas gerais a história pode ser descrita assim:

Tristão, excelente cavaleiro a serviço de seu tio, o rei Marc da Cornualha, viaja à Irlanda para trazer a bela princesa Isolda para casar-se com seu tio. Durante a viagem de volta à Grã-Bretanha, os dois acidentalmente bebem uma poção de amor mágica, originalmente destinada a Isolda e Marc. Devido a isso, Tristão e Isolda apaixonam-se perdidamente, e de maneira irreversível, um pelo outro. De volta à corte, Isolda casa-se com Marc, mas Isolda e Tristão mantêm um romance que viola as leis temporais e religiosas e escandaliza a todos. Tristão termina banido do reino, casando-se com Isolda das Mãos Brancas, princesa da Bretanha, mas seu amor pela outra Isolda não termina. Depois de muitas aventuras, Tristão é mortalmente ferido por uma lança e manda que busquem Isolda para curá-lo de suas feridas. Enquanto ela vem a caminho, a esposa de Tristão, Isolda das Mãos Brancas, engana-o, fazendo-o acreditar que Isolda não viria para vê-lo. Tristão morre, e Isolda, ao encontrá-lo morto, morre também de tristeza.

Antecedentes celtas


As primeiras possíveis referências aos personagens de Tristão e Isolda são encontradas em textos medievais em língua galesa como as Tríades Galesas, uma das quais se refere a um "Drystan filho de Tallwch" (Tristão) que cuida dos porcos de "March filho de Meirchyawn" (rei Marc, tio de Tristão) e se comunica com uma "Essylt" (Isolda), mulher de Marc. Lendas com argumentos semelhantes, mas envolvendo personagens com nomes diferentes, podem ser encontradas em alguns textos irlandeses medievais, como a lenda de Diarmuid e Gráinne contida no Ciclo Feniano. Apesar de essas referências ajudarem a estabelecer que a lenda de Tristão e Isolda teve origem entre povos de língua celta do norte da Europa, os poucos textos existentes tornam difícil saber exatamente como seriam as primeiras versões sobre o tema que circularam na Alta Idade Média.
Alguns autores acreditam que a lenda de Tristão e Isolda poderia ter sido influenciada por uma história persa do século XI, Vis u Ramin. Considera-se mais provável, porém, uma origem no folclore celta europeu e que a semelhança com contos persas seja um paralelismo.
Fonte: Wikipédia


Uma opnião minha
Eu assisti a um filme sobre Tirstão e Isolda há alguns anos. me apaixonei pela história e comprei o dvd. A história é linda, porém um pouco diferente da lenda. Ou melhor, como há inúmeras vertentes da lenda, sem haver uma que seja a correta, eles se sentiram livres para adaptar. A fotografia do filme é linda, o figurino também! No filme, Tristão encontra Isolda depois que é ferido e dado como morto. A pequena embarcação em que ele está atraca numa praia da Irlanda, onde é achado e cuidado por Isolda. Assim, eles se apaixonam. No mais, a história se desenrrolda e o final é bem diferente. Vale muito a pena se assistir.

Segue um link do filme