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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia Internacional do Amigo




O Dia Internacional do Amigo, celebrado a 20 de julho, foi primeiramente adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo é meu companheiro".

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.

No Brasil, o dia do amigo é comemorado oficialmente em 18 de abril. Em 20 de julho é comemorado o dia da amizade, mas atualmente o país também vem adotando a data internacional.

FELIZ DIA DO AMIGO A TODOS AOS QUAIS EU NÃO SEI VIVER SEM.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Dia internacional do Rock



O Dia Mundial do Rock que é comemorado neste 13 de julho, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), como uma homenagem ao megaespetáculo Live Aid, criado a fim de arrecadar fundos para combater a fome na África. Um grande show com os nomes mais importantes do rock mundial foi realizado simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos nesta mesma data, em 1985.

Organizado por Bob Geldof, o show foi transmitido para todo o mundo e contou com a participação de evento artistas e bandas como The Who, Madonna, Led Zeppelin, Dire Straits, Queen, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Joan Baez. Em 2005, o mesmo Geldof organizou o Live 8, maior e em com shows em mais países, para pressionar os países ricos, líderes do G8, a perdoar a dívida dos países pobres.

Ouça canções que marcam a história do rock e seus ídolos, como The Beatles, Tha Rolling Stones, Elvis Presley, Jimi Hendrix, U2, Pearl Jam, The Who, Radiohead, The Police, The Smiths e muitos outros. A história do rock começa no final da década de 40 e início dos anos 50, nos Estados Unidos, e se espalhou pelo mundo. Há controvérsias sobre qual foi a primeira gravação do rock, que marcaria o início do gênero musical, mas uma das primeiras e mais famosas canções foi Rock Around The Clock, de Bill Haley, em 1955. *

Fonte: Estadão on line
Teste seus conhecimentos sobre o rock nesse link:  http://www.limao.com.br/especiais/quiz_rock.shtm
 
 
*Ver postagem sobre a história do rock nesse blog. Lá você encontra parte da grande história desse estilo de música que mudou a história.
 

 

 
Pra quem gosta: Metallica ao vivo em POA. INESQUECÍVEL. MARAVILHOSO. Eu estava lá...
 

 
Ramones... eu estive no último show que eles fizeram no Metropolitan (quem lembra desse lugar? hehehe). MARAVILHOSO.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Drácula de Bram Stoker

Essa história é conhecida mundialmente. Eu a conheci quando era adolescente, através do filme de Coppola. Me encantei. Aliás, quem não se encanta com esse filme? Muito, muitos anos depois, mais precisamente depois que eu escrevi o meu primeiro livro, resolvi lê-lo. Uma escrita envolvente, porém com o personagem título quase não falando ou agindo, e quase sempre, fugindo. Como assim, alguém pode se perguntar. Drácula é um personagem envolvente, onde o leitor imagina como ele é. Ou ainda imagina o que ele realmente quer. Esses detalhes não são escritos. Eu, por todos esses detalhes, me atrevo a dizer que prefiro o filme. Mas, por favor, não me entendam mal: se não fosse o livro... 

RESUMO

Drácula (em inglês: Dracula) é um romance de 1897 escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, tendo como protagonista o vampiro Conde Drácula. Sem dúvida trata-se do mais famoso conto de vampiros da literatura.
Este romance em forma epistolar, dando voz às várias personagens, abre com a chegada de um solicitador, de seu nome Jonathan Harker, a um castelo na remota zona da Transilvânia. Aí o jovem Harker trava conhecimento com o excêntrico proprietário do castelo, o conde Drácula, dado este ter em vista a aquisição de várias propriedades na Inglaterra.
Paulatinamente Harker começa a perceber que há mais do que excentricidade naquela figura, há algo de estranho no anfitrião, algo de realmente assustador e tenebroso. Aliás, passada a inicial hospitalidade, Harker começa a entender que, mais do que um hóspede, é realmente um prisioneiro do conde Drácula.
Seguidamente, Drácula decide viajar até à Inglaterra, deixando um rasto de morte e destruição por onde passa – sob a forma de um enorme morcego -, enquanto Harker é deixado à guarda de três figuras femininas, três terríveis seres que se alimentavam de sangue humano Harker consegue fugir, apesar de bastante debilitado, e encontra-se
com a sua noiva, Mina, em Budapeste. Já em Inglaterra, Lucy, uma jovem inglesa, amiga de Mina, começa a apresentar estranho sintomas: uma enorme palidez e dois enigmáticos orifícios no pescoço. Os seus amigos, John Seward, Quincey Morris e Arthur Holmwood, incapazes de perceber a origem daquela doença, recorrem ao auxílio do Dr. Abraham Van Helsing, médico e cientista, famoso por seus métodos pouco ortodoxos, tendo compreendido que Lucy estava a ser vítima dos ataques de um ser diabólico: Drácula, uma espécie de morto-vivo que se alimentava de sangue humano.(vampiro) Contudo, receando a reacção destes, Van Helsing decide não revelar imediatamente as suas conclusões.
Numa noite, a Lucy e a sua mãe são atacadas por um morcego – a versão animal do conde Drácula – e ambas morrem, embora de causas diferentes: Lucy tendo sido fruto do ataque sanguinário do morcego/Drácula; a mãe de Lucy vítima de ataque cardíaco provocado pelo medo.
A Lucy é enterrada, mas a sua existência não termina por aí: esta renasce como vampira e começa a perseguir crianças. Van Helsing, não tendo outra opção, confidencia as suas conclusões aos amigos desta. Estes, decididos a colocar um fim naquela forma de existência, pregando-lhe uma estaca no coração e cortando-lhe a cabeça, pois só assim ela poderia descansar em paz.
Pouco tempo depois, para surpresa dos mesmos, percebem que Drácula tinha agora uma nova vítima, Mina, já regressada de Budapeste junto com Harker, agora juntos na condição de marido e mulher. Porém, para além de se alimentar de Mina, Drácula também lhe dá o seu sangue a beber, ritual que os faz ficarem ligados espiritualmente numa espécie de matrimónio das trevas.
Van Helsing compreende que, através da hipnose, é possível seguir os movimentos do vampiro, assim, decididos a destrui-lo e a salvar Mina, e os homens perseguem-no. Drácula foge para o seu castelo na Transilvânia, todavia, este é destruído pelos perseguidores antes de concretizar tal objectivo, libertando a Mina deste “encantamento”.

* a imagem a cima trata-se do 1º exemplar do livro lançado

O FILME

O filme conta a história do líder romeno Vlad Tepes (Drácula), que, ao defender a igreja cristã na Romênia contra o ataque dos turcos, tem sua noiva Elisabetha enganada: esta crê que seu amado morreu e então atira-se no rio chamado "Princesa". Vlad, ao retornar da guerra e constatar a morte de sua amada, e condenada ao inferno (pois se matara), renuncia e renega a Deus, à igreja e, jurando só beber sangue a partir daquele momento, sendo assim condenado à sede eterna, ou seja, ao vampirismo.
Quatro séculos se passam, e ele redescobre a reencarnação de Elizabetha, em Londres, agora conhecida como Wilhelmina Murray (Mina). Jonathan Harker, noivo de Mina, parte a trabalho para a mansão do Conde Drácula, onde irá vender dez terrenos na área de Londres para este estranho Conde.
Lá é feito prisioneiro, enquanto o conde se encaminha à Inglaterra para reencontrar sua amada. O resto do filme consiste em uma busca desesperada e sofrida do amante para reconquistar sua amada.

ELENCO

Gary Oldman — Vlad Tepes / Drácula
Winona Ryder — Elisabetha / Mina
Keanu Reeves — Jonathan Harker
Anthony Hopkins — Professor Abraham Van Helsing
Richard E. Grant — Dr. Jack Seward
Cary Elwes — Lorde Arthur Holmwood
Bill Campbell — Quincey P. Morris
Sadie Frost — Lucy Westenra
Tom Waits — R.M. Renfield
Monica Bellucci — Noiva de Drácula

Fonte: wikipedia




quarta-feira, 7 de julho de 2010

O que não é meu

Eis a pele que não é minha,
Aqui está o toque que não é meu,
Uma profunda sensação.
Eis o desejo de possuir
Tudo aquilo que sou.

Eis a respiração que não é minha,
Aqui está as batidas de um coração,
(Quem dera ele fosse meu!).
Eis a vontade infinda
De tudo aquilo que não sou.
Eis o cheiro mais doce que não é o meu,
Aqui está a fala mais terna,
A paz que nasce
Em um seio lânguido.
Tal ninho que não sou.

Eis a alma mais certa que não é minha,
Aqui está o brilho mais lúcido,
doce é a vida ante a presença
 Ao qual não sou eu,
De tudo aquilo que não sou,
Mas é o todo que há em você.
(Fernanda Campos)

Uma grande amiga minha me mostrou algumas de suas poesias e eu fiquei impressionada. Sabia que ela escrevia, sempre conversamos sobre isso. Mas me encantei com algumas. Essa aí, principalmente. Ela me mostrou, mas estava sem título. Eu então o sugeri e ela gostou. "O que não é meu".
É um título bem sugestivo... E uma poesia também. Me vi nela. Com todas os desejos, medos, sonhos... Imagens do passado, anseios para o futuro.
Bruna, minha miga, obrigado por ter me concedido o seu poema para que eu o postasse no meu blog. Me senti honrada.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Le Petit Prince


Eu estou lendo esse livro. Há tempos eu comprei ele, mas, por falta de tempo (sempre é o mesmo motivo: falta de tempo), eu só começei a ler agora. Um filme que me marcou. A cena daquele garotinho no meio do deserto, pedindo para o aviador um desenho... e, prinipalmente, a cobra com um elefante dentro. Quem nunca ouviu essa história? E ainda existem muitas outras frases que conhecemos e repetimos quase que por osmose, uma vez que já fazem parte de nós. É tido como literatura infantil... mas tenho lá a minhas dúvidas.

O pequeno príncipe (O Principezinho, em Portugal) (1943), romance de maior sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos, quando fez visitas ao Recife. E para muitos era difícil imaginar que um livro assim pudesse ter sido escrito por um homem como ele.

O pequeno príncipe é uma obra aparentemente simples, mas, apenas aparentemente. É profunda e contém todo o pensamento e a "filosofia" de Saint-Exupéry. Apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geômetra, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O pequeno príncipe vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranqüilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu descobrir o segredo do que é realmente importante na vida.
É uma obra que nos mostra uma profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Nós nos entregamos a nossas preocupações diárias, nos tornamos adultos de forma definitiva e esquecemos a criança que fomos.

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry




O Pequeno Príncipe foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: "Desenha-me um carneiro"? É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças!

Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar. Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram. Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança.

Desta fábula foram feitos filmes, desenhos animados, além de adaptações. Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças.




Algumas frases e pensamentos célebres
"As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o meu negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém, terás estrelas como ninguém... Quero dizer: quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá). Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto... e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"

"O Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte".

"O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direção."

"Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante."

" Não exijas de ninguém senão aquilo que realmente pode dar."

"Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros."

" Nunca estamos contentes onde estamos."

" Será como a flor. Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas."

"Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar."

" Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos."

" Sois belas, mas vazias. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus a redoma. Foi a ela que abriguei com o para-vento. Foi dela que eu matei as larvas. Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa."

" Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"

" Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."

" O amor verdadeiro não se consome, quanto mais dás, mais te ficas."

" Só os caminhos invisíveis do amor libertam os homens.

" O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem."

"Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla."

"Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas."

"A civilização é um bem invisível porque inscreve seu nome nas coisas",


E suas últimas palavras antes de embarcar na missão final e fatal: "Se voltar, o que será preciso dizer aos homens?"

Ele escreveria que "durante séculos e séculos a minha civilização contemplou Deus através dos homens. O homem era criado à imagem de Deus. Respeitava-se Deus no homem. Esse reflexo de Deus conferia uma dignidade inalienável ao homem", para concluir que "as relações do homem com Deus serviam de fundamento evidente aos deveres do de cada homem consigo próprio ou para com os outros".

"Havia, em algum lugar, um parque cheio de pinheiros e tílias, e uma velha casa que eu amava. Pouco importava que ela estivesse distante ou próxima, que não pudesse cercar de calor o meu corpo, nem me abrigar; reduzida apenas a um sonho, bastava que ela existisse para que a minha noite fosse cheia de sua presença. Eu não era mais um corpo de homem perdido no areal. Eu me orientava. Era o menino daquela casa, cheio da lembrança de seus perfumes, cheio da fragrância dos seus vestíbulos, cheio das vozes que a haviam animado."

(Antoine de Saint-Exupéry)



ACASO

"Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontram ao acaso. "

(Antoine de Saint-Exupéry)

PS: esse poema acima eu dedico a todos os que passaram pela minha vida. A todos que levo comigo, a todos que me ajudaram a ser quem eu sou, que me ajudaram a me moldar. Obrigado.


Fonte: www.paralerepensar.com.br/exupery.htm